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Influências do AstralAtitudes 20 prazeres simples – 4ª Parte
uma estratégia de saber viver, Sabe-se que o ser humano é um ser gregário por natureza, e que ele não existe e nem sub existe,se não mantiver alguma forma de comunicação, interação e de conhecimentos de seus pares. Compartilhar com o outro significa trocar experiências, reflexões, conhecimentos e aprendizado. È a ponte do “eu e do você” , mas além de compartilhar é necessário cultivar as relações que foram estabelecidas.
16- aproveitar a natureza. A mãe natureza é inspiradora. Todas as estações do ano tem o seu encanto: o sol quente do verão, as cores da primavera, o cheiro da terra molhada no outono, o frio que aconchega no inverno. Está provado que o contato direto com a natureza (incluindo animais, obviamente) contribui para a a saúde física e mental dos seres humanos. Faz sentido.
17- aprender sempre. Mesmo que as memórias do tempo de escola não sejam as melhores para alguns e maravilhosas para outros estimulem mais o intelecto que aprender algo de novo. Seja uma língua nova, fazer tricot ou scrapbooking, sentir que se domina algo que não se sabia fazer anteriormente aumenta a autoconfiança. E, como o saber não ocupa lugar, é sempre possível ir aprendendo coisas novas até o fim da vida.
18- fazer compras conscientes. Este é , provavelmente, o mais dispendioso de todos os prazeres, mas é também um dos maiores. Fazer uma peregrinação pelas suas lojas favoritas, encontrar um livro esgotado há muito tempo, uma peça de roupa/acessório que lhe fica impecavelmente, pedir para levar e pagar com satisfação, faz bem a autoestima e é um antidepressivo instantâneo. A vida é boa quando se bem aproveitada.
19- Fugir da rotina. Marcar um final de semana no campo ou na praia, fora da cidade onda mora, é a melhor forma de fugir à rotina. Se for para namorar melhor ainda. O pacote completo inclui um hotel simpático, uma viagem descansada, um jantar num restaurante isolado, a companhia perfeita e, last but not least (o último, mas não o menos importante), a certeza que durante aqueles dias o tempo parou. No regresso tudo vai parecer mais leve. Porque o peso da rotina é real e, quando não se tem cuidado, provoca vítimas.
20-voltar para casa. Não há de fato, outro lugar no mundo como a nossa casa, nossa cama. Sente-se isso no momento em que se entra em casa depois de uma viagem longa, seja ela de negócios ou de férias. Poder andar descalço, atirar a bolsa a um canto do quarto, preparar aquele brigadeiro de microondas e comer de colher, estirar-se no sofá e pôr a tocar aquele último CD comprado. A nossa casa é o nosso universo privado, onde somos donos absolutos de um espaço feito a nossa medida.
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